sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nova imagem de Plutão mostra "detalhes"


Plutão, um mundo distante, pequeno e congelado. Nunca nenhum telescópio conseguiu uma foto tão nítida de sua superfície como essa. Plutão é um mundo pequeno, e possui três luas: Uma relativamente grande a ele (Caronte) e duas minúsculas recentemente descobertas: Nix e Hidra.
Possui temporariamente uma atmosfera de gases que se formam quando ele se aproxima do Sol (pois sua órbita é muito elíptica). Quando ele está mais perto do Sol, os gases se descogelam e formam uma atmosfera ao redor do planeta-anão. Quando fica mais longe, os mesmos gases são re-congelados e ficam em forma sólida, de gelo.
Plutão é muito pequeno sendo difícil para os telescópios profissionais o visualizarem. Pouquíssimos astrônomos amadores conseguem esse feito, pois Plutão tem magnitude 14 e é muito pequeno.
Nessa foto, foram usados 20 computadores avançados e 4 anos para editar e processar as fotos originais feitas pelo HST (Hubble Space Telescope - Telescópio Espacial Hubble) entre 2002 e 2003. Para se ter uma idéia de como Plutão é pequeno e como é difícil estuda-lo, veja o exemplo:
Se você estivesse com um telescópio em Santos-SP e Plutão fosse uma bola de basquete, ele estaria em São Paulo-SP, tendo quase 80km entre uma cidade e outra.
Veja a imagem feita pelo Hubble processada por Marc Buie e sua equipe (acima, à direita):

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Fotografia mostra "detalhes" da estrela Beltagueuse:


A fotografia a seguir, mostra a "superfície" de Beltagueuse (estrela da constelação de Orion- Orion- o caçador- é a constelação onde fica localizada a conhecida lnha de estrelas chamadas popularmente de "Três Marias"). Nessa foto, podemos ver com detalhes uma estela fora de nosso sistema solar.

Sendo a única estrela nitidamente fotografada até hoje, em virtude de seu tamanho e de sua pequena distância, de apenas 600ly (anos-luz) de distância. 


sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ASTRONOMIA DA LUA AZUL DESEJA UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Inaugurando novo espectômetro!




Um esectômetro serve para "dividir" a luz em cores ou/e na astronomia analizar os componentes do espéctro para revelar componentes da atmosfera de planetas ou estrelas pela luz.

No meu caso, fiz um espectômetro bem simples: Usei uma caixa de remédio grande e coloquei um CD velho em um ângulo de 60º m ralação a plano da caixa. Fiz uma pequena abertura (2mm) numa extremidade da caixa e depois uma grande abertura em cima (da caixa, sendo também logo acima do CD). Depois pegeui uma lanterna amarela e apontei, o resultado é esse (acima):

Fotos Solares (06/12)




Infelizmente, por questão de clima, não consegui fazer uma astrofotografia noturna, peço desculpas. Mas como o tempo abriu um pouco dia 06/12/09, consegui fazer novas fotos solares.

Câmera: Canon A470 (Zoom 0 - 14x)

Telescópio: Sem telescópio

Configuração: Modo Automático sem flash


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Imagem comemorativa - Centro da Via Láctea



Imagine a Via Láctea como uma cidade grande... a periferia de uma cidade é calma e sem muito movimento de carros e pessoas... Mas no centro, há inúmeros carros e inúmeras pessoas circulando pelas ruas.
Isso é basicamente a definição da Vía Láctea (os braços espirais: a periferia / o bojo ou centro: o centro da cidade).
Numa imagem combinada por 3 dos telescópios espaciais (Spitzer, Hubble e Chandra) do centro de nossa galáxia, foi feita em comemoração aos 400 anos que Galileu Galilei apontava sua básica luneta para o céu.
Aqui vê-se três comprimentos de onda: O Infravermelho, o visível e o Raio-X, que combinados, formam uma imagem composta magnífica do centro de nossa galáxia.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

NASA descobre anel gigante em torno do planeta Saturno


Cientistas da NASA descobriram um anel gigante em torno de Saturno. Esta auréola, nunca antes vista, é a maior que envolve o planeta e tem um diâmetro de 240 mil quilómetros. Seriam necessárias mil milhões de Terras para encher o anel.

Apesar de ser quase invisível, visto que é constituído por gelo e partículas de pó espacial bastante separadas, foi detectado graças ao brilho provocado pela poeira perante as radiações térmicas usadas por uma câmara de infra-vermelhos a bordo do satélite Spitzer.

A parte mais densa do anel localiza-se a seis milhões de quilómetros de Saturno e estende-se por 12 milhões de quilómetros. A sua altura é vinte vezes maior do que o diâmetro do planeta que envolve. Outra peculiaridade do anel recém-descoberto é que está a 27 graus de inclinação do eixo central e mais visível do anel principal de Saturno.

"Se fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", referiu a astrónoma Anne Verbiscer, autora do artigo publicado na Nature sobre esta descoberta.

Os cientistas acreditam que a lua Phoebe, que orbita em torno de Saturno, através dos materiais que liberta quando é atingida por cometas, é a principal contribuinte para a formação deste anel gigante.

Esta descoberta poderá vir a revelar um dos maiores mistérios da astronomia, que envolve a Lua de Iapetus, caracterizada por ter um lado claro e outro bastante escuro. Segundo a equipa de Anne Verbiscer, o anel gira na mesma direcção de Phoebe e no sentido contrário de Iapetus, fazendo com que o material do anel colida com esta última. Isto poderá explicar a sua diferente coloração.