quinta-feira, 17 de junho de 2010

Marte poderia ter vastos oceanos e mares no passado:

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo que traz grandes revelações. O hemisfério norte de Marte pode um dia ter abrigado um imenso oceano capaz de cobrir um terço de seu território. Em outras palavras, o ciclo hidrológico de Marte pode ter sido semelhante ao da Terra há 3,5 bilhões de anos.

Hipotético oceano em Marte

Os cientistas acreditam que o planeta vermelho já teve formação de nuvens, de gelo, de chuva, de água corrente e de acumulo de água no solo. Segundo o estudo, um oceano cobriu 36% do planeta com um volume de água equivalente a um décimo dos oceanos na Terra. Em uma simulação é possível ver a extensão das águas sobre o planeta.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram pela primeira vez a distribuição de sedimentos em dezenas de deltas e milhares de vales do planeta, além de toda topografia de Marte, e observaram que muitos deltas ficam em altitudes semelhantes, sugerindo que os rios desembocaram para um mesmo lugar.

A distribuição dos antigos deltas traça uma superfície em potencial para a presença de um vasto oceano nas planícies do norte do planeta. 29 dos 52 deltas foram em algum momento conectados.

Essas constatações são a prova que os estudiosos precisavam. Pesquisas anteriores feitas a partir de sondas espaciais apontavam a possibilidade da existência de um oceano em Marte, mas as incertezas nas investigações continuavam por décadas.

“Na Terra, deltas e lagos são excelentes coletores e depósitos de sinais de vida passada. Se alguma vez surgiu vida em Marte, os deltas podem ser a chave para desvendar o passado biológico do planeta”, afirmou Di Achille, um dos autores do estudo.

“Uma das principais questões que gostaríamos de responder é onde foi parar toda a água de Marte”, indaga Achille.


Fonte: Apolo 11

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hubble: 20 anos revelando o universo!




Neste final de semana, o HST (Telescópio Espacial Hubble - sigla em inglês) completou 20 anos de descobertas. Em 20 anos ele já mandou quase 800.000 imagens do universo à nós, humanos.
O telescópio já foi consertado várias vezes e, brevemente, foi consertado novamente, prolongando sua vida até 2015 (5 anos), já que depois desse ele será substituído pelo JWST (James Webb Space Telescope), que será muito mais potente e poderá ver ainda mais longe, nos limites do universo.


sexta-feira, 19 de março de 2010

Justificativa:

Venho através deste me desculpar com os internautas do Astronomia da Lua Azul por não ter feito mais nenhuma astrofotografia... O motivo é que minha câmera e o meu adaptador para fotografar estão em conserto. Peço a colaboração.
Receio que em meados de abril estarei retornando com as astrofotografias e as matérias.
Grato,
Henrique Siaci - Astronomia 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nova imagem de Plutão mostra "detalhes"


Plutão, um mundo distante, pequeno e congelado. Nunca nenhum telescópio conseguiu uma foto tão nítida de sua superfície como essa. Plutão é um mundo pequeno, e possui três luas: Uma relativamente grande a ele (Caronte) e duas minúsculas recentemente descobertas: Nix e Hidra.
Possui temporariamente uma atmosfera de gases que se formam quando ele se aproxima do Sol (pois sua órbita é muito elíptica). Quando ele está mais perto do Sol, os gases se descogelam e formam uma atmosfera ao redor do planeta-anão. Quando fica mais longe, os mesmos gases são re-congelados e ficam em forma sólida, de gelo.
Plutão é muito pequeno sendo difícil para os telescópios profissionais o visualizarem. Pouquíssimos astrônomos amadores conseguem esse feito, pois Plutão tem magnitude 14 e é muito pequeno.
Nessa foto, foram usados 20 computadores avançados e 4 anos para editar e processar as fotos originais feitas pelo HST (Hubble Space Telescope - Telescópio Espacial Hubble) entre 2002 e 2003. Para se ter uma idéia de como Plutão é pequeno e como é difícil estuda-lo, veja o exemplo:
Se você estivesse com um telescópio em Santos-SP e Plutão fosse uma bola de basquete, ele estaria em São Paulo-SP, tendo quase 80km entre uma cidade e outra.
Veja a imagem feita pelo Hubble processada por Marc Buie e sua equipe (acima, à direita):

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Fotografia mostra "detalhes" da estrela Beltagueuse:


A fotografia a seguir, mostra a "superfície" de Beltagueuse (estrela da constelação de Orion- Orion- o caçador- é a constelação onde fica localizada a conhecida lnha de estrelas chamadas popularmente de "Três Marias"). Nessa foto, podemos ver com detalhes uma estela fora de nosso sistema solar.

Sendo a única estrela nitidamente fotografada até hoje, em virtude de seu tamanho e de sua pequena distância, de apenas 600ly (anos-luz) de distância. 


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Inaugurando novo espectômetro!




Um esectômetro serve para "dividir" a luz em cores ou/e na astronomia analizar os componentes do espéctro para revelar componentes da atmosfera de planetas ou estrelas pela luz.

No meu caso, fiz um espectômetro bem simples: Usei uma caixa de remédio grande e coloquei um CD velho em um ângulo de 60º m ralação a plano da caixa. Fiz uma pequena abertura (2mm) numa extremidade da caixa e depois uma grande abertura em cima (da caixa, sendo também logo acima do CD). Depois pegeui uma lanterna amarela e apontei, o resultado é esse (acima):