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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

2012, será o apocalipse?

Não há comprovação científica para isso.
Alguns dizem que um alinhamento do Sol e da Terra com o centro da galáxia traria imensas tempestades solares, inverteriam os pólos da Terra e as placas tectônicas ficariam descontroladas. O que alguns não sabem, é que isso acontece todos os anos... Quando o Sol passa em frente a constelação de Sagitário (umas das 12 do zodíaco astrológico) e a Terra chega a um ponto de sua translação que fica completamente alinhada... TERRA - SOL - SAGITÁRIO*A (centro da galáxia).
Crenças como as da milenar maia, dizem que o mundo acabará em 21 de Dezembro de 2012, ma não há nem uma prova disso, a não ser porque seu calendário acaba nessa data.
Temos que nos lembrar que pouco anos da virada do milênio muitos falavam que de 1000 passará, mas de 2000 não passará... Veja, já estamos em 2010!

O que seria da Terra sem a Lua?

Seria um ambiente difícil de se viver.
Ondas enormes (tsunamis) se formariam por todo o globo (pois a Terra não teria mais a gravidade lunar para controlar as marés), cobrindo áreas litorâneas com água.
Os eixos da Terra ficariam descontrolados... lugares como Rio de Janeiro se tornariam geleiras e áreas como o pólo sul seriam floresta tropicais.
A vida teria que se adaptar drasticamente, pois os seres que vivem no planeta atualmente, não está acostumada a essas condições. Animais que tem períodos de reprodução na maré alta/baixa ficariam desorientados.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Marte poderia ter vastos oceanos e mares no passado:

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo que traz grandes revelações. O hemisfério norte de Marte pode um dia ter abrigado um imenso oceano capaz de cobrir um terço de seu território. Em outras palavras, o ciclo hidrológico de Marte pode ter sido semelhante ao da Terra há 3,5 bilhões de anos.

Hipotético oceano em Marte

Os cientistas acreditam que o planeta vermelho já teve formação de nuvens, de gelo, de chuva, de água corrente e de acumulo de água no solo. Segundo o estudo, um oceano cobriu 36% do planeta com um volume de água equivalente a um décimo dos oceanos na Terra. Em uma simulação é possível ver a extensão das águas sobre o planeta.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram pela primeira vez a distribuição de sedimentos em dezenas de deltas e milhares de vales do planeta, além de toda topografia de Marte, e observaram que muitos deltas ficam em altitudes semelhantes, sugerindo que os rios desembocaram para um mesmo lugar.

A distribuição dos antigos deltas traça uma superfície em potencial para a presença de um vasto oceano nas planícies do norte do planeta. 29 dos 52 deltas foram em algum momento conectados.

Essas constatações são a prova que os estudiosos precisavam. Pesquisas anteriores feitas a partir de sondas espaciais apontavam a possibilidade da existência de um oceano em Marte, mas as incertezas nas investigações continuavam por décadas.

“Na Terra, deltas e lagos são excelentes coletores e depósitos de sinais de vida passada. Se alguma vez surgiu vida em Marte, os deltas podem ser a chave para desvendar o passado biológico do planeta”, afirmou Di Achille, um dos autores do estudo.

“Uma das principais questões que gostaríamos de responder é onde foi parar toda a água de Marte”, indaga Achille.


Fonte: Apolo 11

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hubble: 20 anos revelando o universo!




Neste final de semana, o HST (Telescópio Espacial Hubble - sigla em inglês) completou 20 anos de descobertas. Em 20 anos ele já mandou quase 800.000 imagens do universo à nós, humanos.
O telescópio já foi consertado várias vezes e, brevemente, foi consertado novamente, prolongando sua vida até 2015 (5 anos), já que depois desse ele será substituído pelo JWST (James Webb Space Telescope), que será muito mais potente e poderá ver ainda mais longe, nos limites do universo.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nova imagem de Plutão mostra "detalhes"


Plutão, um mundo distante, pequeno e congelado. Nunca nenhum telescópio conseguiu uma foto tão nítida de sua superfície como essa. Plutão é um mundo pequeno, e possui três luas: Uma relativamente grande a ele (Caronte) e duas minúsculas recentemente descobertas: Nix e Hidra.
Possui temporariamente uma atmosfera de gases que se formam quando ele se aproxima do Sol (pois sua órbita é muito elíptica). Quando ele está mais perto do Sol, os gases se descogelam e formam uma atmosfera ao redor do planeta-anão. Quando fica mais longe, os mesmos gases são re-congelados e ficam em forma sólida, de gelo.
Plutão é muito pequeno sendo difícil para os telescópios profissionais o visualizarem. Pouquíssimos astrônomos amadores conseguem esse feito, pois Plutão tem magnitude 14 e é muito pequeno.
Nessa foto, foram usados 20 computadores avançados e 4 anos para editar e processar as fotos originais feitas pelo HST (Hubble Space Telescope - Telescópio Espacial Hubble) entre 2002 e 2003. Para se ter uma idéia de como Plutão é pequeno e como é difícil estuda-lo, veja o exemplo:
Se você estivesse com um telescópio em Santos-SP e Plutão fosse uma bola de basquete, ele estaria em São Paulo-SP, tendo quase 80km entre uma cidade e outra.
Veja a imagem feita pelo Hubble processada por Marc Buie e sua equipe (acima, à direita):

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Fotografia mostra "detalhes" da estrela Beltagueuse:


A fotografia a seguir, mostra a "superfície" de Beltagueuse (estrela da constelação de Orion- Orion- o caçador- é a constelação onde fica localizada a conhecida lnha de estrelas chamadas popularmente de "Três Marias"). Nessa foto, podemos ver com detalhes uma estela fora de nosso sistema solar.

Sendo a única estrela nitidamente fotografada até hoje, em virtude de seu tamanho e de sua pequena distância, de apenas 600ly (anos-luz) de distância. 


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Imagem comemorativa - Centro da Via Láctea



Imagine a Via Láctea como uma cidade grande... a periferia de uma cidade é calma e sem muito movimento de carros e pessoas... Mas no centro, há inúmeros carros e inúmeras pessoas circulando pelas ruas.
Isso é basicamente a definição da Vía Láctea (os braços espirais: a periferia / o bojo ou centro: o centro da cidade).
Numa imagem combinada por 3 dos telescópios espaciais (Spitzer, Hubble e Chandra) do centro de nossa galáxia, foi feita em comemoração aos 400 anos que Galileu Galilei apontava sua básica luneta para o céu.
Aqui vê-se três comprimentos de onda: O Infravermelho, o visível e o Raio-X, que combinados, formam uma imagem composta magnífica do centro de nossa galáxia.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

NASA descobre anel gigante em torno do planeta Saturno


Cientistas da NASA descobriram um anel gigante em torno de Saturno. Esta auréola, nunca antes vista, é a maior que envolve o planeta e tem um diâmetro de 240 mil quilómetros. Seriam necessárias mil milhões de Terras para encher o anel.

Apesar de ser quase invisível, visto que é constituído por gelo e partículas de pó espacial bastante separadas, foi detectado graças ao brilho provocado pela poeira perante as radiações térmicas usadas por uma câmara de infra-vermelhos a bordo do satélite Spitzer.

A parte mais densa do anel localiza-se a seis milhões de quilómetros de Saturno e estende-se por 12 milhões de quilómetros. A sua altura é vinte vezes maior do que o diâmetro do planeta que envolve. Outra peculiaridade do anel recém-descoberto é que está a 27 graus de inclinação do eixo central e mais visível do anel principal de Saturno.

"Se fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", referiu a astrónoma Anne Verbiscer, autora do artigo publicado na Nature sobre esta descoberta.

Os cientistas acreditam que a lua Phoebe, que orbita em torno de Saturno, através dos materiais que liberta quando é atingida por cometas, é a principal contribuinte para a formação deste anel gigante.

Esta descoberta poderá vir a revelar um dos maiores mistérios da astronomia, que envolve a Lua de Iapetus, caracterizada por ter um lado claro e outro bastante escuro. Segundo a equipa de Anne Verbiscer, o anel gira na mesma direcção de Phoebe e no sentido contrário de Iapetus, fazendo com que o material do anel colida com esta última. Isto poderá explicar a sua diferente coloração.

domingo, 27 de setembro de 2009

Asteróide que passa pela órbita da Terra (27/09/09) é o mais próximo já registrado.

Atualmente, ele não represente nenhum perigo à Terra, mas foi incluído na lista de asteróides perigosos, pois sua grande aproximação que ocorrerá em 2038.
Fonte: Folha Online

Um asteroide de quase um quilômetro de diâmetro está a uma distância de cerca de 600 mil quilômetros da Terra, acompanhando o planeta por uma órbita paralela.

Trata-se da menor distância já relatada, que equivale a menos de duas vezes a distância da Terra até a Lua, de acordo com o astrônomo espanhol Josep Maria Bosch. "É um recorde absoluto, é o grande asteroide que se observou mais perto da Terra em toda a história", comenta ele.

A notícia foi publicada pelo jornal espanhol "El País" nesta sexta-feira (25).

O astro, que se chama 2009 ST19, vai acompanhar a Terra por mais uma semana, até que suas órbitas se separem.

O asteroide foi observado pela primeira vez no dia 16 de setembro e foi incluído na lista de asteroides potencialmente perigosos, cujas órbitas se cruzam com a da Terra.

Os primeiros cálculos indicam que a aproximação mais perigosa do ST19, que dá uma volta pelo Sol a cada 3,6 anos, se produzirá aproximadamente em 2038.

O registro foi feito pelo Centro de Observación del Universo de Ager, em Lérida, na Catalunha (Espanha)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

NASA divulga imagem combinada da Nebulosa Olho de Gato:


A Agência Espacial Norte-Americana divlgou a foto combinada da nebulosa planetário Olho de Gato. Para obter tal imagem foi necessário unir uma imagem na luz visível (Telescópio Espacial Hubble) e uma em Raios-X (Telescópio Espacial Chandra). Na foto é possível ver uma pequena estrela no centro da nebulosa planetária, que é, uma anã branca.
Nebulosas planetárias se formam quando uma estrela com o tamanho e massa relativa a do Sol termina sua vida ejetando suas camadas externas e deixando um pequeno núcleo, a anã branca (depois, com o tempo, até ela se apagará e se transformará numa anã negra). Ao contrário das estrelas supergigantes (que explodem em supernovas), as gigantes apenas ejetam suas camadas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Nasa registra poderoso buraco negro no centro de galáxia NGC 1097!

Quase todos sabem que um buraco negro é um poderoso devorador de material cósmico. Uma vez que um objeto tenha sido atraído pelo seu intenso campo gravitacional será implacavelmente sugado para seu interior, fortalecendo ainda mais o gigantesco monstro cósmico de onde nem mesmo a luz consegue escapar.

Apesar de ser impossível observar diretamente um buraco negro, devido a sua intensa força gravitacional seus efeitos são facilmente perceptíveis e detectáveis. Um desses instrumentos é o telescópio espacial Spitzer, que após uma série de observações registrou um fortíssimo buraco negro 100 milhões de vezes mais massivo que nosso Sol.

O fenômeno foi localizado no centro da galáxia em espiral NGC 1097, localizada a 50 milhões de anos-luz de distância. Similar à nossa via láctea, NGC 1097 também é dotada de gigantescos braços repletos de estrelas que orbitam o massivo buraco negro, muitas vezes maior que aquele encontrado no interior da Via láctea. Na imagem divulgada pela agência americana, o buraco negro aparece como uma espécie de olho, rodeado por um anel esbranquiçado composto por milhares de estrelas em formação. A área azulada e escurecida ao redor do centro do olho é composta de gás e poeira, proveniente das estrelas sugadas pela força gravitacional.

A cor avermelhada dos braços em espiral é provocada pela poeira cósmica, aquecida pelas altas temperaturas das estrelas recém-nascidas, observadas pelos sensores do telescópio dentro do espectro infravermelho . Populações de estrelas envelhecidas são vistas na imagem como pontos azulados.No canto esquerdo destaca-se uma segunda galáxia, retratada como uma mancha azul difusa e brilhante, aparentemente encaixada entre os braços espirais de NGC 1097.


Foto: Galáxia espiral NGC 1097, registrada pelo telescópio espacial Spitzer. Crédito: NASA/JPL-Caltech

Fonte: www.apollo11.com

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Brasil começa a pensar em mandar robô à Lua:



Izais Cabral (matématico e professor da rede pública do Distrito Federal) começou a projetar o robô JACI (que na língua Tupi significa Lua e também é a sigla de Jornada Aprimorada de Controle Inteligente).
O robô possui umá câmera na frente, painéis solares e pode se mover para qualquer direção, podendo ser controlado por computador ou celular.
O robô JACI é apenas um projeto e uma inicialização no processo para o Brasil chegar à Lua... Nada oficial...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

40 anos que o primeiro homem pisou na Lua






Os foguetes:
Os primeiros foguetes surgiram na China antiga, há mais de 1000 anos, sendo assim, os primórdios dos foguetes atuais. Estes foguetes eram mais usados para diversão (pois eram como fogos de artifício) e alcançavam apenas algumas dezanas de metros.
No começo do século, o cientista russo Konstantin Tsiolkovsky, defendeu a teoria de que foguetes com propelentes líquidos poderiam cheger ao espaço. Mas apenas em 1926, um lançamento com um foguete que usava propelentes líquidos, foi alcançado pelo americano Robert Goddard.
Um avanço significativo na tecnologia dos foguetes, ocorreu a partir da década de 30, quando alemães criaram o V2, um foguete militar não tripulado que poderia alcançar 160km de altitude, sendo assim, o primeiro instrumento feito pelo homem ao alcançar o espaço.
O homem no espaço:
A União Soviética lançou, em 1957, o Sputnik, que era uma simples esfera de alumínio com menos de 50cm de comprimento, com quatro antenas que enviavam sinais simples de rádio à Terra. Após conseguir lançar e colocar em órbita o primeiro satélite, os soviéticos foram mais adiante para comprovar se o homem ou outro ser vivo conseguiria sobrovever no espaço. Logo após o Sputnik, a União Soviética lançou o Sputnik 2 e dentro dele a cadela Laika. Ela alcançou o espaço e sobreviveu lá de forma normal por 1 semana, até que seu suprimento de ar acabou e ela morreu em órbita. Os americanos perguntaram como os soviéticos puderam ter feito isso com um cão e os soviéticos responderam que ela realmente foi "o melhor amigo do homem".
Após ter comprovado que erá possível sobreviver no espaço, Yuri Gagarin foi a bordo do Vostok 1 e foi o primeiro homem a alcançar o espaço.
O homem na Lua:
Em 1959 a União Soviética dava início ao programa "Conquista a Lua" , lançando o Luna 1, que foi o primeiro objeto construído pelo homem a ir além da Lua e alcançar a órbita do Sol. O Luna 2 foi o primeiro objeto a alcançar o solo lunar. O Luna 3 foi a primeira sonda a fotografar e enviar as fotos do lado oculto da Lua (que nunca é visto da Terra). O Luna 9 fez o primeiro pouso suave na Lua e nos enviou imagens para a TV de sua superfície. E por fim, o Luna 10 foi o primeiro satélite a entrar em órbita lunar.
As missões Apollo:
Missão americana, que foi planejada pela NASA.
O maior e mais poderoso foguete já construído foi o Saturno V, que foi o foguete que os impulsionou a nave Apollo à Lua.
A missão Apollo começou de maneira trágica quando os astronautas da Apollo 1 testavam os equipamentos quando uma faísca provocou um incêndio e, como a nave estava cheia de oxigênio puro (que é altamente inflamável), o fogo se expandiu rapidamente, não dando chance alguma dos astronautas saírem da nave.
A Apollo 8 foi a primeira nave a sair da gravidade da Terra, alcançando a Lua e dando 10 voltas em torno dela. A Apollo 9 testou manobras de separação e aclopamento.
Faltava pouco para o homem pisar na Lua.
Foi então que a Apollo 10 completou os últimos testes. Estava tudo pronto para o homem pisar na Lua.
Finalmente, em 16 de julho de 1969 o mundo inteiro acompanhava o lançamento da Apollo 11. Em 20 de julho de 1969 a nave chega na Lua e o mundo inteiro acompanha pela televisão. Duas horas após o pouso Neil Armstrong pisou com o pé esquerdo na Lua (o motivo dele ter pisado com o pé esquerdo, foi para demonstrar que nem tudo precisa ser alcançado com o pé direito), sendo assim, o primeiro homem a pisar na Lua. Logo após, Edwin Aldrin desceu do módulo lunar Eagle e aproveitou a Lua.
"Pequeno passo para o homem... Grande passo para a humanidade" - Neil Armstrong

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

12º ENAST

O ENAST (Encontro NAcional de Astronomia) tem como objetivo reunir astrônomos amadores e profissionais do Brasil.
Será realizado dia 31 de outubro E 1º de dezembro em Londrina(norte do Paraná) nas dependências da UEL (Universidade Estadual de Londrina).

terça-feira, 30 de setembro de 2008

GLIESE 581c


Planetas extrasolares são planatas fora de nosso sistema solar...

A estrela anã vermelha chamada Gliese 581 é menor e mais fria que o Sol, e possui 3 planetas orbitando-a:

Gliese 581b, Gliese 581d e Gliese 581c...

Gliese 581c pode e deve ser ''outra Terra'' a 20,4 Anos-luz de distânci de nós.

Esse planeta tem cerca de 5 vezes a massa da Terra e orbita a uma distância da estreala que seu clima aparenta ser nem muito frio e nem muito quente, em trono de 14Cº e 32Cº.

P.orbital: 13anos

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Uma supernova ''supernova''


Astrônomos enconntram supernova mais nova jamais vista:

Apenas 140 aninhos, muito pouco em termos astronômicos...

Essa era uma busca que fazia 50 anos que já tinha se iniciado, e por fim, acharam uma.

Antes de acharem tal supernova, a Cassiopéia era a mais nova.

Sol perde posto de maior astro do Sistema Solar!


É verdade...

Uma estrela invadiu o sistema solar?
R.:Não.

Um planeta gigante?
R.:Não.

Na verdade foi um cometa...
O cometa 17P/Holmes têm 1.4 milhões de km, enquanto o Sol têm 1.39 milhões de km!
Um recórde!

Mas em 1997, o cometa Hale-Boop atingiu cerca de 3 milhões de km de cabeleira!!!

Mas na atualidade, o cometa 17P/Holmes é o maior do sistema solar.

Ele é visto na terra a olho nu da Terra a cada 6.8 anos.

O fenômeno Outburst, mudou a magnitude(brilho) de 17(35 vezes mais fraco que o brilho do planeta anão Plutão) para 2.8 (+/-), onde foi observado por astrônomos amadores e profissionais do mundo todo na constelação Perseus.

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/image/0710/holmes_allen.gif começo do fenômeno Outburst observado por um telescópio amador.

Em azul claro é quando ocorre o fenômeno Outburst e quando ele é visível:
http://apolo11.com/imagens/etc/cometa_17p_holmes_3d_orbit.gif

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

78 bilhões de anos-luz de distância-a imagem mais importante já tirada

Esta imagem foi tirada pelo Hubble Space Telescope(Telescópio Espacial Hubble) de 78 bilhões de anos luz de distância, foi a imagem mais importante que a humanidade já tirou.Em setembro de 2003 o Hubble conseguiu tirar esta foto.
10 mil galáxias encheram a imagem, cada borrão, cada ponto, cada ponto brilhante é uma galáxia, com milhões de estrelas e cada uma delas pode haver um planeta e algum planeta pode haver uma civilização.
Essa imagem é chamada de Hubble Deep Field.
Veja esse vídeo:
Acesse: http://br.youtube.com/watch?v=p09Reux8sco&eurl=http://www.orkut.com/FavoriteVideoView.aspx?uid=15842228233813394069&ad=1198920507