segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Inaugurando novo espectômetro!




Um esectômetro serve para "dividir" a luz em cores ou/e na astronomia analizar os componentes do espéctro para revelar componentes da atmosfera de planetas ou estrelas pela luz.

No meu caso, fiz um espectômetro bem simples: Usei uma caixa de remédio grande e coloquei um CD velho em um ângulo de 60º m ralação a plano da caixa. Fiz uma pequena abertura (2mm) numa extremidade da caixa e depois uma grande abertura em cima (da caixa, sendo também logo acima do CD). Depois pegeui uma lanterna amarela e apontei, o resultado é esse (acima):

Fotos Solares (06/12)




Infelizmente, por questão de clima, não consegui fazer uma astrofotografia noturna, peço desculpas. Mas como o tempo abriu um pouco dia 06/12/09, consegui fazer novas fotos solares.

Câmera: Canon A470 (Zoom 0 - 14x)

Telescópio: Sem telescópio

Configuração: Modo Automático sem flash


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Imagem comemorativa - Centro da Via Láctea



Imagine a Via Láctea como uma cidade grande... a periferia de uma cidade é calma e sem muito movimento de carros e pessoas... Mas no centro, há inúmeros carros e inúmeras pessoas circulando pelas ruas.
Isso é basicamente a definição da Vía Láctea (os braços espirais: a periferia / o bojo ou centro: o centro da cidade).
Numa imagem combinada por 3 dos telescópios espaciais (Spitzer, Hubble e Chandra) do centro de nossa galáxia, foi feita em comemoração aos 400 anos que Galileu Galilei apontava sua básica luneta para o céu.
Aqui vê-se três comprimentos de onda: O Infravermelho, o visível e o Raio-X, que combinados, formam uma imagem composta magnífica do centro de nossa galáxia.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

NASA descobre anel gigante em torno do planeta Saturno


Cientistas da NASA descobriram um anel gigante em torno de Saturno. Esta auréola, nunca antes vista, é a maior que envolve o planeta e tem um diâmetro de 240 mil quilómetros. Seriam necessárias mil milhões de Terras para encher o anel.

Apesar de ser quase invisível, visto que é constituído por gelo e partículas de pó espacial bastante separadas, foi detectado graças ao brilho provocado pela poeira perante as radiações térmicas usadas por uma câmara de infra-vermelhos a bordo do satélite Spitzer.

A parte mais densa do anel localiza-se a seis milhões de quilómetros de Saturno e estende-se por 12 milhões de quilómetros. A sua altura é vinte vezes maior do que o diâmetro do planeta que envolve. Outra peculiaridade do anel recém-descoberto é que está a 27 graus de inclinação do eixo central e mais visível do anel principal de Saturno.

"Se fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", referiu a astrónoma Anne Verbiscer, autora do artigo publicado na Nature sobre esta descoberta.

Os cientistas acreditam que a lua Phoebe, que orbita em torno de Saturno, através dos materiais que liberta quando é atingida por cometas, é a principal contribuinte para a formação deste anel gigante.

Esta descoberta poderá vir a revelar um dos maiores mistérios da astronomia, que envolve a Lua de Iapetus, caracterizada por ter um lado claro e outro bastante escuro. Segundo a equipa de Anne Verbiscer, o anel gira na mesma direcção de Phoebe e no sentido contrário de Iapetus, fazendo com que o material do anel colida com esta última. Isto poderá explicar a sua diferente coloração.

domingo, 27 de setembro de 2009

Asteróide que passa pela órbita da Terra (27/09/09) é o mais próximo já registrado.

Atualmente, ele não represente nenhum perigo à Terra, mas foi incluído na lista de asteróides perigosos, pois sua grande aproximação que ocorrerá em 2038.
Fonte: Folha Online

Um asteroide de quase um quilômetro de diâmetro está a uma distância de cerca de 600 mil quilômetros da Terra, acompanhando o planeta por uma órbita paralela.

Trata-se da menor distância já relatada, que equivale a menos de duas vezes a distância da Terra até a Lua, de acordo com o astrônomo espanhol Josep Maria Bosch. "É um recorde absoluto, é o grande asteroide que se observou mais perto da Terra em toda a história", comenta ele.

A notícia foi publicada pelo jornal espanhol "El País" nesta sexta-feira (25).

O astro, que se chama 2009 ST19, vai acompanhar a Terra por mais uma semana, até que suas órbitas se separem.

O asteroide foi observado pela primeira vez no dia 16 de setembro e foi incluído na lista de asteroides potencialmente perigosos, cujas órbitas se cruzam com a da Terra.

Os primeiros cálculos indicam que a aproximação mais perigosa do ST19, que dá uma volta pelo Sol a cada 3,6 anos, se produzirá aproximadamente em 2038.

O registro foi feito pelo Centro de Observación del Universo de Ager, em Lérida, na Catalunha (Espanha)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Tempo ruim...

Olá,
Gostaria de dar minhas desculpas pela parada das astrofotografias temporariamente... O motivo são as chuvas que atingem a região onde resido... Fazendo previsões antecipadas, creio que só parará de chover totalmente no final do mês de outubro. Mas isso não significa que não teremos astrofotografias... sim... teremos. Pois de vez em quando o céu limpa e dá para fazer observações...
As matérias astronômicas continuam.
Abraços!